Extrema pobreza atingiu cerca de 505 mil gaúchos em 2025, aponta estudo Um estudo do Governo do Rio Grande do Sul aponta que 1,7% da população gaúcha vivia abaixo da linha internacional de extrema pobreza em 2025. O índice representa aproximadamente 190 mil pessoas no Estado. O levantamento considera como extrema pobreza rendimento domiciliar per capita inferior a US$ 3 por dia, em valores ajustados pela Paridade do Poder de Compra (PPC) de 2021. O estudo também demonstra o impacto dos programas de transferência de renda. Em uma simulação que desconsidera esses recursos, a extrema pobreza no Rio Grande do Sul subiria de 1,7% para 4,5%, alcançando cerca de 505 mil pessoas. No Brasil, o índice registrado foi de 4,3% e chegaria a 10,7% sem as transferências governamentais. Pela linha nacional, que considera renda domiciliar per capita de até R$ 218 mensais, o percentual no Estado caiu de 1,8% em 2015 para 1,4% em 2024. Já a parcela com renda entre um quarto e meio salário mínimo recuou de 12,9% para 9% no mesmo período. Em 2025, a extrema pobreza atingia 1,8% das mulheres e 1,6% dos homens. Entre pretos e pardos, o índice era de 2,2%, contra 1,6% entre brancos. Nas áreas urbanas, a taxa ficou em 1,8%, enquanto no meio rural foi de 1,2%. Os dados fazem parte do Caderno ODS Erradicação da Pobreza: o ODS 1 no Rio Grande do Sul – 2015-2025, elaborado pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE). Fonte: Governo do RS / Atmosfera Online | PortalNMT
Fonte: Portal NMT
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