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Chuvas provocam alagamentos no Norte do RS

Fortes chuvas causam alagamentos, deixam famílias desalojadas e suspendem aulas em cidades do Norte e Noroeste do RS As fortes chuvas que atingem o Rio Grande do Sul desde a madrugada de domingo (28) provocaram alagamentos, bloqueios de estradas, famílias desalojadas e a suspensão das aulas em municípios das regiões Norte e Noroeste do Estado. Conforme a Defesa Civil, pelo menos 21 cidades registraram ocorrências relacionadas ao grande volume de chuva. Um dos municípios mais afetados é Tucunduva, onde foram registrados cerca de 182 milímetros de chuva em apenas 24 horas. Cinco residências foram alagadas, duas vias ficaram bloqueadas e 14 pessoas precisaram deixar suas casas, sendo acolhidas em abrigo comunitário e residências de familiares. Em Campo Novo, o acumulado ultrapassou 200 milímetros, atingindo diversas áreas da cidade. Pelo menos oito famílias foram afetadas, uma está desalojada e outra aguarda encaminhamento para abrigo. Também foram registrados destelhamentos. Já em Redentora, aproximadamente 30 residências urbanas sofreram alagamentos, enquanto cerca de 300 casas no interior foram atingidas. O município também registrou estradas bloqueadas, transbordamento de rios e danos em um prédio público. Em Roque Gonzales, um motorista foi salvo por moradores após o veículo ser arrastado pela correnteza ao tentar atravessar uma ponte sobre o Arroio Engenho. O resgate foi realizado antes da chegada do Corpo de Bombeiros. Outros municípios também enfrentam transtornos. Em Humaitá, uma família permanece parcialmente ilhada. Em Horizontina, pedras e terra bloquearam parcialmente a RS-342 e uma escola foi alagada. Em Boa Vista do Buricá, bombeiros resgataram duas pessoas que ficaram ilhadas sobre o telhado de uma residência após o Rio Rufino transbordar. Por conta dos estragos nas estradas do interior, a Prefeitura de Sede Nova suspendeu as aulas da rede municipal nesta segunda-feira (29). A Defesa Civil orienta a população a evitar áreas alagadas, não atravessar pontes submersas e acompanhar os avisos dos órgãos oficiais, já que a previsão indica continuidade da instabilidade em diversas regiões do Estado. Fonte: GZH/Defesa Civil | PortalNMT

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